domingo, 22 de julho de 2012

Jantar Junho 2012


As agendas não foram solidárias com o 4 HM em Junho. No dia estabelecido para o jantar não faltaram motivos para ausências: S. Pedro, deslocações em trabalho para outras zonas do país e mesmo uma lua-de-mel, contribuíram para um número considerado insuficiente para jantarmos no dia 28 Junho. Fez-se a alteração de data que se impunha e em 05 Julho voltámos ao Fusão Restaurante Lounge para mais um encontro mensal. Reuniram-se os 6 disponíveis e aconteceu mais um evento descontraído e bem-disposto, com 10 vinhos prontos para degustação.
Neste jantar, a LuxWinegrowers fez uma apresentação de um espumante e alguns brancos do seu portfolio e foi responsável por todos os vinhos do segundo grupo. Passámos por várias regiões, estilos e gamas e encontrámos vinhos de qualidade e sensatos no preço.
O arranque foi com as já tradicionais bolhinhas. O espumante rosé da Quinta dos Abides (100% Baga) abriu a sessão, com as suas delicadeza e alguma complexidade, seguido do clássico Moet Chandon Brut, que mostrou os seus dotes. O capítulo brancos foi deveras interessante. O Fraga da Galhofa trouxe-nos um Douro de perfil frutado, apostado na relação qualidade/preço; de Lisboa veio um Camaleão, cujo nome talvez tenha inspirado a Sauvignon Blanc a vestir-se de Alvarinho; o Pequenos Rebentos Clássico colocou tudo em pratos limpos e mostou o que é um belo alvarinho da região Monção-Melgaço e o Quinta dos Abibes Sublime, varietal de arinto, revelou todo o seu carácter, com o seu perfil único e carismático a traçar fronteiras claras entre quem gosta muito ou não se identifica. Um dos momentos altos da noite. Seguiram-se os tintos, com presença inferior habitual, mas com qualidade bem acima da média. Primeiro o Quinta VA, um vinho muito bom com preço convidativo; e depois o Omlet, mais um momento de excelência proporcionado pela Niepoort. A noite fechou com um Madeira 10 anos muito bom, de agrado geral. Não têm aparecido com frequência nos jantares, mas os que por cá passaram foram aprovados.
Em final de Julho regressam os jantares, com desejos de agendas mais amigáveis.


Entrada

Quinta dos Abibes Rosé: Cor rosa, aroma frutado e vegetal. Leve, fresco, suave e equilibrado na boca, termina médio. Um espumante agradável.
Moet & Chandon: Cor citrina, aroma com alguma complexidade, frutado e mineral. Suave, fresco e equlibrado, termina longo. Muito bom.


Brancos

Fraga da Galhofa: Amarelo palha, nariz frutado. Na boca é fresco, suave e equilibrado, mantendo o perfil do nariz até ao final médio. Boa opção na relação qualidade/preço.

Camaleão: cor citrina, nos aromas mostra-se frutado, mineral, floral. Com bom corpo, mantém-se fresco e equilibrado até ao final médio. O nariz tem um perfil que lembra Alvarinho, mas é um varietal Sauvignon Blanc muito bom.

Pequenos Rebentos
: cor amarelo citrino, aroma fresco, frutado, vegetal, mineral e floral. Na boca o seu corpo bem constituído alia-se a uma acidez vibrante e revela um Alvarinho de muita qualidade. O seu bom final é a confirmação da sua categoria.

Quinta Abibes Sublime: cor amarelo palha, nariz com complexidade evidente, fumado, balsâmico e mineral. Encorpado e bem fresco, apresenta bom equilíbrio até ao final longo. Um belo vinho, cheio de carácter.


Tintos

Quinta VA: cor rubi, nariz frutado, mineral e floral, com nuances do estágio em madeira. Na boca é encorpado, taninos musculados, fresco e equilibrado. Bom final, para uma apreciação global de muito bom. Com preço de cerca de €10,00 é uma compra muito interessante.

Omlet: Cor grená, complexo nos aromas, fruta, especiarias, mineral e notas discretas de madeira. Encorpado, fresco, taninos redondos e equilibrado, tem um final longo. Excelente.


Sobremesa

Henriques e Henriques 10 anos: cor acobreada, aroma complexo, frutado, balsâmico, algo salino. Encorpado, fresco e cremoso, está bem equilibrado. Final longo e elegante para um generoso muito bom. Outra boa opção na relação qualidade/preço.


Nome Vinho
Ano
Tipo
Castas
Região
Produtor
Preço Prateleira
Class.
Quinta dos Abibes Rosé2010Espumante BrutoBagaBairradaQuinta dos Abibes8,50 €15
Moet & Chandon Brut ImperialChampanheChampagneMoet & Chandon35,00 €16,5
Fraga da Galhofa2011BrancoRabigato, Viosinho, Gouveio, Malvasia FinaDouroVinilourenço3,50 €15
Camaleão2011BrancoSauvignon BlancLisboaJoão Cardal Almeida8,50 €16,5
Pequenos Rebentos Clássico2011BrancoAlvarinhoVinhos VerdesMárcio Lopes7,50 €16,5
Quinta dos Abibes Sublime2009BrancoArintoBairradaQuinta dos Abibes16,00 €17
Quinta VA2008TintoTouriga Nacional, Touriga Franca, Sousão, Tnta Roriz, Tinta Barroca, Tinto CãoDouroVallegre9,99 €16,5
Omlet2008TintoDouroNiepoort Vinhos, SA29,00 €18
Henriques e Henriques 10 anosMadeiraMalmseyMadeiraHenrique e Henriques21,00 €17

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Jantar Maio 2012

O jantar de Maio deslizou um pouco e acabou por ocorrer a 01 Junho. Foi marcado por uma série de imprevistos que o tornaram bastante diferente do habitual. A circunstância da mudança de data, participantes a chegar ao aeroporto Francisco Sá Carneiro à hora de início do repasto,  temperaturas dos vinhos armadilhadas e mesmo uma ausência temporária de emergência a meio do jantar para resolver um problema de cafetaria. Tudo isto aconteceu com 3 convidados sem qualquer responsabilidade nos imprevistos, que tiveram a paciência de os ultrapassar connosco. No final, o sentimento foi o habitual, mais um bom momento de convívio, partilha desta paixão e quase todos a saber uma pouco mais sobre este imenso mundo do vinho. Perante este balanço, uma reflexão despertou: estamos mal habituados. Na verdade, haver um jantar que se destaque pelos imprevistos, que até acabaram por não ter impacto significativo no balanço global, significa que acontecem muito poucas vezes. Podemos sentir satisfação pela forma como decorrem, habitualmente, os jantares do 4 HM.
A abertura seguiu a tradição de ser com espumantes, desta vez com 3 das Caves S. Domingos, rosé, baga bruto e o Elpídio arinto / chardonnay. Estiveram todos muito bem, com o segundo a recolher a preferência geral e a destacar-se na análise da relação qualidade/preço. Seguiu-se o capítulo brancos, que começou muito bem com um vinho do Dão no patamar de muito bom, Casa de Mouraz; seguiu-se um bom vinho do Douro focado na relação qualidade/preço, Adega de Vila Real Reserva (casta moscatel a destacar-se),  e fechou muito bem com um clássico Alentejano (Cartuxa). Naturalmente seguiram-se os tintos, com o azar de começarmos com uma garrafa que apresentava o vinho alterado, mas logo seguimos em viagem. Início na África do Sul, com um Merlot muito bom, e passagem por França onde um bom vinho com indícios de capacidade de guarda antecedeu um belo Duriense (Baton). Fechámos com os tradicionais generosos, que foram dois vinhos do Porto de gabarito, Kopke LBV 2005 e Noval LBV 2004. Um encerramento cheio de qualidade, com as 02h00 da manhã bem próximas (felizmente era sexta-feira). No final, as contrariedades foram esquecidas perante as horas bem passadas com a cozinha do Fusão Restaurante Lounge, um bom painel de néctares provados e muita conversa à volta do vinho.
Ficam as impressões dos vinhos provados por um painel de 10 elementos:

Entrada

S. Domingos Rosé: Cor rosa pálido, aroma frutado e floral. Fresco, suave e e equilibrado na boca, termina médio. Um bom espumante.

S. Domingos Baga Bruto: Cor palha, aroma frutado, floral e balsâmico. Suave, fresco e equlibrado, mostrao boa mousse até ao final médio. Muito bom.

S. Domingos Elpídio: Cor palha, aroma frutado, com citrinos. Suave, fresco, embora sem equlíbrio perfeito, mantém a nota cítrica até ao final médio. Bom espumante.



Brancos

Casa de Mouraz: Amarelo citrino, nariz frutado, vegetal e mineral. Na boca, é fresco, suave e equilibrado, mantendo o perfil do nariz até ao final médio. Um branco muito bom.

Adega Vila Real: cor palha, nos aromas alia fruta, flores e nuances amadeiradas. Fresco, suave  e equilibrado na boca, mostra mais doçura e algum coco, até ao final médio. Destaque pela boa relação qualidade/preço.

Cartuxa
: cor amarelo palha, aroma ainda frutado, mas a denotar sinais de evolução. Na boca a frescura já não estava no seu melhor, mas ainda conseguia manter o equilíbrio global. Final um pouco curto, num vinho ainda bom.




Tintos

Adega Pegões Cabernet: uma garrafa que trouxe um vinho alterado, com aromas pouco limpos e pouca vida na boca.

La Petit Ferme: Cor rubi, nariz frutado, com notas de estágio em madeira e uma clara sensação de azeitona. Suave, com taninos redondos, fresco e equilibrado, termina médio. Apreciação global muito boa.

Vieaux Chateau Chambeau: Cor rubi, nariz frutado, notas de madeira e balsâmico. Taninos bem presentes, com alguma adstringência, fresco e equilibrado. Final médio para um vinho muito bom. Ficou a impressão de ainda poder melhorar em garrafa.

Baton: Cor rubi, nariz complexo, com fruta, mineral, espeicadrias e nuances de madeira. Suave, encorpado, taninos redondos, fresco e equilibrado, termina longo. Muito bom.



Sobremesa

Kopke LBV: cor rubi, aroma frutado, floral e mineral. Encorpado, com taninos redondos, está bem equilibrado. Final médio, num LBV muito bom, pujante.

Noval LBV: cor rubi, complexo nos aromas, com fruta, terra, cassis, floral, nota-se o bouquet a desenvolver-se. Encorpado, muito suave e equilibrado, termina longo. Um belo LBV, polido, elegante, cativante.



Nome VinhoAnoTipoCastasRegiãoProdutorPreço PrateleiraClass.
S. Domingos Rosé2010EspumanteBaga, Touriga NacionalBairradaCaves S. Domingos5,00 €15,5
S. Domingos Baga2007Espumante BrutoBagaBairradaCaves S. Domingos7,00 €15,5
S. Domingos Elpídio2007Espumante BrutoArinto, ChardonnayBairradaCaves S. Domingos7,00 €14,5
Casa de Mouraz2010Branco DãoCasa de Mouraz7,00 €16
Adega de Vila Real Reserva2010Branco DouroAdega de Vila Real4,60 €15
Cartuxa2009BrancoAntão Vaz, ArintoAlentejoFundação Eugénio Almeida7,00 €15
Adega de Pegões CS2005TintoCabernet SauvignonReg. SetúbalAdega de Pegões5,00 €14,5
La Petit Ferme2006TintoMerlotÁfrica do SulLa Petit Ferme 16
Vieux Chateau Chambeau2009Tinto Luissac - St. EmilionVieux Chateau Chambeau10,00 €16
Baton2008TintoTouriga Nacional, Tinta Roriz, Tinta Barroca, Touriga FrancaDouroCasal Loios15,00 €17
Kopke LBV2005Vinho do Porto Vinho do PortoSogevinus Fine Wines14,00 €16,5
Quinta do Noval LBV Unfiltered2004Vinho do Porto Vinho do PortoQuinta do Noval18,00 €17







segunda-feira, 21 de maio de 2012

Festa do Alvarinho e do Fumeiro 2012




A relativa proximidade geográfica do Minho tem colocado a Festa do Alvarinho e do Fumeiro na lista de actividades que o 4HM se propõe fazer, além dos jantares mensais. Em 28/04/2012 seguimos o modelo tradicional e comprovadamente eficaz: aluguer de transporte com condutor e excursão a Melgaço. Mais uma vez se demonstrou a bondade desta solução, face à descontração com que nos permitiu abordar as provas e ao reforço do convívio no próprio trajecto da viagem. O dia teve dois destinos: visita à Quinta de Soalheiro como primeira paragem, Festa do Alvarinho e do Fumeiro para almoço e resto da tarde.
Após quase 2 horas de viagem chegámos à Quinta de Soalheiro. Tivemos o prazer de contar com a presença do Eng. Luís Cerdeira, que nos acompanhou nas quase duas horas que durou a visita (e teve que ser interrompida de forma extemporânea face aos compromissos seguintes).

Tudo começou ao ar livre, bem ao lado de uma vinha de encosta, num local que o nosso anfitrião considera ideal para falar sobre a especificidade do terroir de Monção e Melgaço (não se pretende replicar a conversa, mas, por exemplo, as formações geológicas que protegem a região do clima atlântico eram bem visíveis da elevação onde se situa a quinta). Momento ideal para falar de vinhas, produção biológica, estação meteorológica e outros aspectos ligados à componente uvas.
Seguindo a sequência da cadeia produtiva, a fase seguinte foi a adega. Aqui, replicámos o percurso das uvas e percebemos as especificidades dos métodos de produção dos principais néctares da casa (Espumante Bruto, Clássico, Primeiras Vinhas e Reserva). O percurso culminou nas cubas de inox, onde provámos o Soalheiro Clássico 2011 e amostra de cuba do Soalheiro Primeiras Vinhas 2011. Naturalmente, a componente mais técnica viu aqui o seu importante capítulo encerrado e deu lugar à apreciação dos vinhos  e a temas mais ligados a mercado, marca, práticas e posicionamento comerciais.
O fecho foi com chave de ouro. Apareceram em cima da mesa algumas colheitas mais e menos recentes dos Soalheiro Clássico, Primeiras Vinhas e Reserva, que demonstraram a qualidade notável da casta, a sua capacidade de resistir à passagem do tempo e a mão competente que a trabalha.

No final, ficou a confirmação de termos visitado um produtor de referência, profissional, com um projecto muito claro e caminhos a seguir bem definidos, que serão percorridos com determinação. A tudo isto se juntaram simpatia e um saber receber que tornaram esta visita excepcional. Os nossos agradecimentos e votos de felicidades para a Quinta de Soalheiro.
Ainda só estava cumprida a primeira etapa do dia. O almoço estava marcado na Festa do Alvarinho e do Fumeiro e havia que chegar a tempo de comprar os vinhos que iriam acompanhar a refeição. O painel esteve muito bem, com os convivas a destacarem os Muros (Antigos e Melgaço) e o Dona Paterna. Ainda tivemos um momento de animação com o mediático Tino de Rans, no papel de estudante de cominucação, a vender alguns dos seus livros e irradiar energia e boa disposição por onde passava.

Com forças renovadas, restavam 3 horas para visitar os espaços dos diversos produtores, num zigue-zague constante entre os muitos visitantes. Entre mais tradicionais, mediáticos ou de menor dimensão, muitas provas se seguiram. As opiniões foram globalmente positivas, com uma boa meia-dúzia, ou mais, de vinhos que se destacaram. O balanço foi muito positivo, com a colheita de 2011 a prometer dar mais um contributo para a reputação da fantástica casta Alvarinho.
A hora do regresso chegava e o autocarro aguardava-nos. Entre as pingas de um chuveiro fraco em Melgaço chegámos ao nosso meio de transporte, onde a animação iria ser regra durante o regresso a casa.

Os jantares no modelo habitual regressam em Maio, mas Julho promete nova aventura no exterior...

domingo, 6 de maio de 2012

Jantar Março 2012



Novo mês, novo jantar do 4 Horas à Mesa. Em 29 de Março regressámos ao nosso espaço de cumplicidade enófila, o Fusão Restaurante Lounge. Sublinhe-se que não é só enófila, já que o menu está sempre num patamar bem alto. Este jantar destacou-se pela boa qualidade global dos néctares provados, transversal a todas as categorias.
Já em plena Primavera, o amuse-bouche foi servido ao ar livre, onde dois espumantes de qualidade se mostraram: um Murganheira Chardonnay 2004 perfeitamente à altura das edições especiais da casa e um rosé 2007 da Quinta dos Carvalhais a aparentar os primeiros sinais de cansaço, mas que não deixou de agradar (e bem). Se o entrada de gama BSE agradou, o novo Pequenos Rebentos Escolha surpreendeu, o Dalva Reserva dividiu o grupo entre os apreciadores de brancos com e sem estágio em madeira, o Pêra Manca 2002 mostrou alguma resistência à passagem do tempo e o Herdade das Servas convenceu. Os tintos também não deixaram os créditos por mãos alheias: o CARM Reserva fez mais uma demonstração da boa opção que é, o Grandes Quintas confirmou a excelência já notada pela crítica especializada e o Vinha de Saturno 2004 elevou ainda mais o grau de qualidade, revelando-se um grande vinho. No final, um bom exemplo do que já se faz em Portugal em Colheitas Tardias.

Ficam as impressões dos vinhos provados por um painel de 10 elementos:

Entrada

Murganheira: Cor amarelo palha, aroma balsâmico, mineral e madeira. Fresco, encorpado e equilibrado na boca, segue o perfil do nariz até ao final longo. Um espumante muito bom.





Quinta Carvalhais Rosé: Cor salmão, aroma frutado e vegetal, com alguma complexidade. Suave, fresco e equilibrado, final médio. Bom espumante.

Brancos

BSE: Amarelo palha, nariz com notas florais e minerais. Na boca, é fresco, suave e equilibrado, mantendo o perfil do nariz até ao final algo curto. Um vinho agradável.





Pequenos Rebentos Escolha: cor citrina, nos aromas alia fruta e flores a notas minerais. Fresco, corpo médio e equilibrado na boca, acompanha o que mostrou no nariz e termina bem. Um vinho muito bom.

Dalva: cor amarelo palha, aroma floral e vegetal, com complexidade do estágio. Encorpado e fresco na boca, apresenta um bom equilíbrio. Final médio, para uma apreciação global de muito bom.





Pêra Manca: Cor dourada, nariz dominado por frutos secos e mel, mas com nuances balsâmicas. Na boca já está um pouco mole, mas mantém o equilíbrio global. Final médio num vinho que ainda dá prazer na degustação.


Tintos

CARM Reserva: cor rubi, aroma frutado, floral e nuances de madeira. Suave, fresco e com taninos redondos, segue o perfil do nariz até ao bom final. Um vinho muito bom.





Grandes Quintas Reserva: Cor rubi, nariz frutado, balsâmico e complexo do estágio em madeira. Encorpado, fresco, equilibrado e com taninos redondos, acompanha o perfil do nariz até um final longo. O primeiro momento de excelência.

Vinha de Saturno: Cor rubi, nariz cheio de carácter e complexidade, com fruta, especiarias, balsâmicos e madeira. Encorpado e fresco, tem uma estrutura de taninos redondos que se destaca. Globalmente equilibrado, termina longo. Excelente.

Sobremesa

Quinta da Sequeira: cor palha, aroma frutado e balsâmico. Encorpado, fresco e equilibrado, está muito bem na boca até ao final médio. Um bom colheita tardia.




Nome VinhoAnoTipoCastasRegiãoProdutorPreço PrateleiraClass.
Muranheira Chardonnay2004EspumanteChardonnayTávora-Varosa DOCMurganheira Vinhos e Espumantes20,00 €16
Quinta Carvalhais Rosé Reserva2007EspumanteTouriga Nacional, EncruzadoDãoSogrape Vinhos19,00 €15,5
BSE2010BrancoArinto, Antão Vaz, Fernão PiresRegional SetúbalJosé Maria Fonseca3,50 €15
Pequenos Rebentos Escolha2011BrancoAlvarinho, TrajaduraVinhos VerdesMárcio Lopes4,00 €16
Dalva Reserva2010BrancoDouroC. da Silva6,50 €15,5
Pera Manca2002BrancoAntão Vaz, ArintoAlentejoFundação Eugénio Almeida14,5
Herdade das Servas2010BrancoRoupeiro, Viognier, VerdelhoRegional AlentejanoHerdade das Servas9,50 €16,5
CARM Reserva2009TintoTouriga Nacional, Tinta Roriz,Touriga Franca, Tinta FranciscaDouroCasa Agrícola Roboredo Madeira10,00 €16,5
Grandes Quintas Reserva2008TintoTouriga Nacional,Tinta Roriz, Tinta Amarela, Vinhas VelhasDouroCasa Agrícola Arrouchela12,50 €17,5
Vinha de Saturno2004TintoRegional AlentejanoMonte da Cal30,00 €18
Quinta Sequeira Coheita Tardia2009BrancoMalvasia FinaDouroQuinta da Sequeira20,00 €16