segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Jantar vínico no The Yeatman

Em Setembro, o 4 Horas à Mesa decidiu-se por uma actividade diferente. O nosso local, classificado por alguém, de culto estava encerrado, pelo que na última quinta-feira do mês fomos jantar ao The Yeatman. Não é novidade para quem acompanha a realidade do vinho que este hotel realiza, todas as semanas, um jantar vínico em parceria com produtores de todo o país. Desta vez o produtor convidado foi Lavradores da Feitoria.
A recepção dos participantes ocorreu num belo espaço exterior, com uma vista espantosa para o Rio Douro e as ribeiras de V.N. Gaia e Porto. Logo aí tivemos oportunidade de provar o Sauvignon Blanc 2010, fresco e com o carácter vegetal que se espera da casta, muito bem feito.
O capítulo principal estava reservado para a sala onde decorreria o jantar. O desfile de provas iniciou com o Meruge Branco 2010, um vinho feito de Viosinho com estágio em madeira, que conquistou os membros presentes no jantar. Os seus corpo, frescura e equilíbrio foram as características que mais se destacaram. O homónimo em versão tinto também mostrou qualidade bem elevada, com a Tinta Roriz a dominar um lote igualmente com estágio em madeira, que se destacou pela elegância, taninos finos e frescura muito agradável. O vinho da noite veio logo a seguir: uma edição especial de Tinto Cão, que nos levou até à excelência através de um vinho complexo nos aromas, acidez excelente para tinto, taninos redondos, elegante, cheio de fruta, força e personalidade. Inesquecível. O fecho das provas ocorreu com o futuro Grande Escolha 2008, que se mostrou cheio de força e pujança, a prometer muito para quem tenha paciência para o guardar algum tempo. Qualidade e com tempo pela frente.
O café foi servido no bar, onde a maior liberdade de movimentos propiciou um convívio entre os presentes que jantaram em mesas diferentes. Foi altura de conhecimentos, reconhecimentos e encontros à volta do vinho. Difícil mesmo foi sair, porque, como é sabido, a conversa é como as cerejas.
Não podemos deixar de apresentar os parabéns ao The Yeatman, pela beleza do espaço, a simpatia e o profissionalismo demonstrado; bem como ao produtor, pela qualidade dos vinhos.
Em Outubro regressamos ao Fusão, para os jantares no modelo habitual do 4 HM.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Jantar Julho 2011



28 de Julho foi o dia do jantar mensal do 4 Horas à Mesa, no Fusão Restaurante Lounge. No evento anterior decidimos que seria um jantar temático: brancos 2010. Para variar um pouco o palato, a hipótese de levar uns vinhos de entrada ou sobremesa ficou em aberto.
Contámos com a presença de 10 amigos do vinho, que asseguraram 11 provas. E que bem começaram as provas, com um espumante de grande qualidade (Jacob's Creek), seguido de um congénere que também esteve muito bem, ambos com óptima relação qualidade/preço. O painel de brancos foi verdadeiramente excitante, com diversidade regional, de estilos e de pontuações.  Degustou-se um bom arinto de Bucelas, um belo alentejano, uma das estrelas dos vinhos verdes, mas foi o Douro a região mais representada. Influência da localização física do nosso clube? Para recordação, fica a qualidade média elevada dos vinhos em prova, bem como um acontecimento inédito no 4 HM: houve um vinho repetido. Repetiu-se, mas com grande nível. Afinal, quem ficaria triste por ter 2 garrafas de Redoma 2010 para beber? Se este facto, por si só, ficaria na memória, não foi o único que caracterizou a prova deste néctar. Com provas 100% cegas, uma questão salta logo para a ponta da língua: alguém identificou o segundo como sendo igual ao anterior (foram provados de forma consecutiva)? Não, o que proporcionou conversa para o resto da noite. Por coincidência, as duas garrafas apresentavam características um pouco diferentes. A primeira com um perfil mais intenso nos aspectos aromático e gustativo; a segunda com uma acidez acutilante, que se destacou face aos aromas menos exuberantes. Como explicar? Quanto ao encerramento das provas, basta dizer o nome do vinho: Domingos Soares Franco Colecção Privada, Moscatel de Setúbal 1999.
Foi um jantar muito animado, como o habitual, com vinhos que nos proporcionaram óptimos momentos de prazer, aprendizagem, surpresas e conversas estimulantes. Em Agosto, o 4 HM vai de férias, mas em Setembro estaremos de regresso com previsíveis imensas saudades deste momento mensal que o clube nos proporciona. Ficam as nossas impressões e classificações dos vinhos provados, todos em prova cega.


Espumantes:

Jacob s Creek: Cor citrina, aroma vegetal, balsâmico e mineral. Suave, fresco e equilibrado, acompanha o perfil do nariz até ao final médio Um espumante muito bom;
Mural: Cor citrina, aroma frutado, balsâmico e mineral. Na boca, caracteriza-se pela boa mousse, frescura e equilíbrio. Final médio, mesmo perfil do nariz, num espumante muito bom.

Brancos:

Prova Régia Premium: Cor amarelo palha, nariz com carácter frutado e floral. Suave e fresco na boca, confirma o que mostra no nariz. Termina médio, para um vinho muito agradável. Foi servido numa temperatura um pouco acima do ideal, o que o pode ter prejudicado;
Vallado: Cor amarelo palha, com notas vegetais, florais e frutadas no nariz. Na boca mostra-se suave, fresco e equilibrado, sem perder a fruta, as flores e o vegetal. Termina médio, numa apreciação global bem agradável;
Revolta: Cor amarelo palha, no nariz mostra o estágio em madeira, mas sem ofuscar a fruta. Já apresenta um corpo médio e boa acidez, o que resulta num vinho equilibrado, que acrescenta um toque de manteiga à fruta e tosta do nariz. Termina médio, para uma classificação global de muito bom;
Soalheiro Primeiras Vinhas: Cor citrina, a complexidade do nariz exalou aromas da família vegetal, mineral e fruta de uma pureza notável. Na boca temos um vinho encorpado, com bela acidez e confirmação do que mostrou no nariz. Termina muito bem, é um belíssimo vinho;
Altano: Cor citrina, dominado por fruta muito pura, acompanhada por notas cítricas e de anis. Suave na boca, é fortíssimo numa acidez vibrante e no equilíbrio. O meio palato acompanha o nariz, num registo afinado e sedutor. O final médio não compromete uma apreciação global muito agradável. Um vinho que conquistou a esmagadora maioria dos convivas e impressionou com a sua relação qualidade/preço;
Guadalupe Selection: Cor amarelo palha, nariz frutado, com notas vegetais e de madeira. Apresenta-se suave, fresco e equilibrado na boca, mantendo o perfil até ao final médio. Globalmente, um vinho muito bom;
Redoma: Cor amarelo palha, muito personalizado apresenta um nariz com aroma frutado, balsâmico e alguma madeira. Na boca temos um vinho encorpado, com acidez vibrante e equilibrado. Termina muito bem. A prova foi entusiástica e a excelência do vinho foi reconhecida por todos;
Redoma: Face à repetição, vamos apenas sublinhar o referido acima, ou seja, esta segunda garrafa apresentava uma acidez ainda mais marcante e uma ligeira diminuição na concentração dos aromas e palato. No entanto, a estrutura base está lá e manteve um nível muito elevado.

Generoso:

Domingos Soares Franco Colecção Privada: Cor dourada, aromas balsâmicos e do estágio em madeira acompanham os incontornáveis citrinos, mel e frutos secos. Vinho naturalmente muito encorpado, com uma boa acidez que proporciona um equilíbrio desejável. O palato segue o nariz até ao bom final. Globalmente, estamos perante um vinho muito bom.



Nome VinhoAnoTipoCastasRegiãoProdutorPreço PrateleiraClass.
Jacob's Creek Brut Cuvée Espumante Chardonnay, Pinot NoirAustráliaJacob's Creek12,00 €17
Mural Reserva Bruto EspumanteBaga, Bical, Maria Gomes Soc. Quinta do Portal4,50 €15,5
Prova Régia Premium2010BrancoArintoBucelasCompanhia das Quintas4,00 €15,5
Vallado2010BrancoArinto, Gouveio, Rabigato e ViosinhoDouro DOCQuina do Valado, Soc Agrícola Lda5,00 €14,5
Revolta2010Branco Douro DOCQuinta da Revolta10,00 €16
Soalheiro Primeiras Vinhas2010BrancoAlvarinhoVinhos Verdes DOCVinusSoalleirus15,00 €17
Altano2010BrancoViosinho, Malvasia Fina, Moscatel GalegoDouro DOCSymington Family Estates4,50 €17
Guadalupe Selection2010BrancoAntão VazRegional AlentejanoQuinta Quetzal7,50 €16
Redoma2010BrancoRabigato, Códega Larinho, Arinto, Gouveio, ViosinhoDouro DOCNiepoort Vinhos, SA12,00 €18
Redoma2010BrancoRabigato, Códega Larinho, Arinto, Gouveio, ViosinhoDouro DOCNiepoort Vinhos, SA12,00 €17
DSF Colecção Privada1999Moscatel de SetúbalMoscatel RoxoPenínsula de SetúbalJosé Maria Fonseca18,70 €16,5

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Jantar Junho 2011




Novo mês, novo jantar do 4 HM. Um jantar cheio de emoções fortes, diversificadas e até contraditórias.
O período de organização decorreu sob um estado de espírito de enorme satisfação, com a perspectiva de termos 2 convidados marcantes, apenas ensombrado por algumas ausências de membros do clube, que, assim, iriam perder um dos momentos mais altos desde a criação do mesmo. E assim foi até dia 29.
Dia 30 começa com a informação da ausência forçada, por motivos profissionais, de um dos convidados (Eng. Anselmo Mendes), citando alguém: “o chamado murro no estômago”. Ao longo do dia acontecem mais algumas desistências e chegámos ao Fusão Restaurante Lounge com o panorama num nível médio, mas, ainda assim, com expectativas de um evento melhor do que o habitual. Mas as coisas não ficariam assim, em cima da hora temos a desistência do 2º convidado e de mais 2 membros – o jantar seria com 8 participantes. Aqui a frustração teve o seu momento, mas foi breve. Provou-se o espumante e logo nos concentrámos nos aspectos positivos: o Eng. Anselmo Mendes teve a delicadeza de nos fazer chegar os vinhos que pretendia trazer e a qualidade das provas estava garantida; por outro lado, o número mais reduzido de participantes iria permitir uma degustação mais pausada, logo, com maior usufruto dos néctares.
A partir daqui é fácil: os vinhos fizeram a noite. Um espumante de nível elevado, os brancos entre a surpresa de um vinho abaixo de €2,00 e um alvarinho de topo, a melhor noite de tintos da história do clube (um deles de excelência) e grandes vinhos de sobremesa. Muito bom. Uma palavra de agradecimento ao Eng. Anselmo Mendes que contribuiu com 50% dos vinhos que constituíram a melhor noite de tintos.
Depois da história revelada, que até acabou bem - embora se esperasse o óptimo – cá ficam as impressões sobre os vinhos (prova cega):

Espumante:

Encontro – Cor citrina, aroma frutado, flora e mineral, boa mousse, fresco e equilibrado. Final médio, mesmo perfil do nariz, num espumante muito bom.

Brancos:

Uvas Douradas – Cor esverdeada, nariz vegetal, floral e balsâmico. Na boca é suave, fresco e equilibrado. Termina médio, para um vinho agradável. Destacou-se pela relação qualidade/preço;
Muros de Melgaço – Cor amarela, com notas vegetais, florais, frutadas e de madeira no nariz. Com belo corpo crocante e equilibrado, destaca-se ainda pela sua belíssima acidez vibrante. Final longo, com uma opinião global de muito, muito bom.

Tintos:

Beaujolais Noveau – Cor rubi de intensidade média, aromas de frutos vermelhos bem docinhos (em rebuçado). Suave na boca, com taninos bem finos e redondos, apresenta um perfil fresco e equilibrado. O final é um pouco curto, mas a apreciação global é de uma bebida agradável;
Quinta do Perdigão – Cor rubi bem intenso, aroma complexo, com frutos vermelhos, floral, madeira e balsâmico. Taninos ainda pujantes, num vinho encorpado e com boa acidez, embora um pouco alcoólico. O final é longo, segue o perfil do nariz, numa apreciação global de muito bom.
Vinha dos Deuses – Cor violácea, nariz complexo com frutos vermelhos, floral e notas de madeira bem casada. Vinho encorpado, equilibrado e fresco, com taninos ainda com ligeira adstringência (sem comprometer a suavidade). Termina longo, muito bom.
Quinta dos Frades – Cor rubi com nuances violáceas, nariz complexo e personalizado com um aroma brilhante de frutos vermelhos, acompanhados de notas de madeira, flores e balsâmicos. Encorpado, equilibrado, fresco e estruturado, tem uns belos taninos. A boca acompanha o nariz com uma elegância superior, até ao final longo de um vinho de excelência.

Sobremesa:
Chateau Fontebride – Cor dourada, nariz floral, mineral e notas de estágio em barrica. Na boca mostra o seu corpo untuoso, acompanhado de uma bela acidez, num conjunto equilibrado. Termina muito bem, numa apreciação global excelente.
Campbell’s Classic Tokay – Caracterizar este vinho é um desafio à imaginação. Cor escurecida, próxima de caramelo, o nariz único e complexo era uma fonte de aromas à volta de marmelada, geleias, compotas e por aí adiante. Seguia-se um verdadeiro néctar na boca, com um corpo untuoso, redondo, boa acidez, um equilíbrio notável, a culminar num grande final. Enfim, um vinho sublime, impressionante, de classe mundial.
Quinta da Revolta – Cor grená bem intensa, nariz frutado, com notas balsâmicas e de madeira, na boca apresenta-se encorpado, fresco e com taninos redondos, num todo equilibrado. Termina longo, cheio de fruta, é um Vinho do Porto excelente.


Nome Vinho
Ano
Tipo
Castas
Região
Produtor
Preço Prateleira
Nota
Encontro2006Espumante BrutoBical, Arinto, Maria GomesBairrada DOCQuinta do Encontro7,00 €16,5
Uvas Douradas2010BrancoBical, Maria GomesBairrada DOCAgeda Coop. Cantanhede1,59 €15
Muros de Melgaço2010BrancoAlvarinhoVinhos Verdes DOCAnselmo Mendes Vinhos, Lda15,50 €17
Beaujolais Noveau2010TintoGamayBeaujolais ABCBrochard Pére & fils9,00 €15
Quinta Perdigão Reserva2005TintoTouriga Nacional, Tinta Roriz, Jaen, AlfrocheiroDão DOCJosé Joaquim Silva Perdigão17,00 €16,5
Vinha dos Deuses2008TintoVinhas velhasDouro DOCFracastel Comércio Vinhos14,00 €16,5
Quinta dos Frades Grande Reserva2008TintoVinhas velhasDouro DOCFracastel Comércio Vinhos25,00 €18,5
Chateau Fontebride2005SauterneSemillonSauternes ASCChateau Fontebride23,00 €17,5
Campbells Classic Tokay Generoso Rutherglen - AustráliaCampbell Wine 18,5
Quinta Revolta2009Porto Vintage Douro DOCVeredas do Douro, soc. Agrícola35,00 €18

terça-feira, 14 de junho de 2011

Jantar Maio 2011




Em 26/05/2011 voltámos ao Fusão Restaurante Lounge, desta vez com novo máximo de presenças: 15.
Ao percorrer os vinhos que reuniram condições de classificação, a impressão principal é diversidade. Tivemos um champanhe de referência, um Late Harvest Húngaro, 2 vinhos em primeira edição (Pequenos Rebentos e Assobio), 2 clássicos, o que alguém chamou um “tubarão” (Romaneira Reserva) e uma estreia nos jantares: um madeira. O nível global esteve bom e uma ou outra garrafa promissora não apresentava condições de prova.
Sendo assim, apenas falta deixar as conclusões sobre os vinhos da noite (prova cega):

Champanhe / espumante:

Veuve Clicquot – Cor amarelo palha, aroma complexo frutado e mineral, apresentou-se fresco e equilibrado, com bom final. Muito bom;
Aliança Vintage – Cor citrina, aroma frutado, equilibrado, com volume e boa acidez. Final médio e frutado, num espumante bem agradável.

Brancos:

Oremus Late Harvest – Cor dourada, aromas de madeira, vegetal e fruta (tâmaras e frutos secos). É um vinho encorpado, equilibrado e fesco. A boca acompanha o nariz e termina bem, com uma impressão global muito boa;
Planalto Reserva – Cor palha, nariz com notas vegetais, florais e frutadas. Suave e equilibrado na boca, mantém um registo essencialmente frutado, acompanhado de boa acidez. Final curto e frutado, numa bebida agradável;
Pequenos Rebentos – Cor citrina, aroma frutado, floral e com notas minerais. Um vinho equilibrado, com corpo médio, suave e boa acidez, numa boa cheia de fruta e floral Termina médio, para uma apreciação global muito agradável;
Quinta de La Rosa – Cor amarelo palha, aroma frutado com nuances vegetais. Na boca mostra-se suave, fresco e equilibrado, a acompanhar bem o nariz. Termina um pouco curto, mas globalmente é agradável;
Esporão Reserva – Cor dourada, nariz complexo, com manteiga, baunilha, sem esconder a fruta. Vinho encorpado, equilibrado e bem fresco para o estilo. Mantém o perfil complexo na boca, mas a fruta ganha maior destaque. Termina médio, numa classificação global de muito bom.

Tintos:

Assobio – Cor rubi, aromas de frutos vermelhos com notas de madeira. Suave na boca, com taninos redondos, tem um perfil fresco e equilibrado. Embora com final um pouco curto, a apreciação global é agradável;
Quinta da Romaneira – Cor grená, aroma complexo, com frutos vermelhos, floral, madeira. Belos taninos, num vinho encorpado e com boa acidez. Termina bem e mostra-se um vinho excelente e cheio de carácter.
Kopke Reserva – Cor rubi, nariz com frutos vermelhos, baunilha e especiado. Um vinho equilibrado, fresco, encorpado, com taninos redondos. A fruta predomina na boca e num bom final de um vinho muito bom.

Generoso:
Barbeito – Cor caramelo, nariz intenso, com frutos secos, café, marmelada. Naturalmente encorpado, apresenta-se equilibrado e fresco. Tem final médio e proporciona uma bebida bem agradável.


Nome Vinho
Ano
Tipo
Castas
Região
Produtor
Preço Prateleira
Nota
Veuve Cliquot Brut Yellow LabelChampagnePinot Noir, Pinot Meunier, ChardonnayChampagneVeuve Clicquot Ponsardin45,00 €16,5
Aliança Vintage2004Espumante BrutoChardonnay, BagaBairrada DOCAliança Vinhos de Portugal15,00 €14,5
Oremus Tokaji2007Late HarvestHungriaTokaj Oremus19,00 €16,5
Planalto Reserva2009BrancoMalvasia Fina, Viosinho, Gouveio, Códega LarinhoDouro DOCSogrape Vinhos5,00 €13
Pequenos Rebentos2010BrancoAlvarinhoVinhos Verdes DOCMárcio Lopes8,50 €15,5
Quinta de La Rosa2009BrancoViosinho, Rabigato, Gouveio, Códega LarinhoDouro DOCQuinta de La Rosa Vinhos9,00 €15,5
Esporão Reserva2009BrancoAntão Vaz, Arinto, RoupeiroAlentejo DOCHerdade do Esporão10,00 €16,5
Assobio2009TintoTouriga Nacional, Touriga Franca, Tinta RorizDouro DOCMurças SA8,00 €15,5
Quinta da Romaneira Reserva2008TintoTouriga Nacional, Touriga Franca, Tinto CãoDouro DOCSoc. Agrícola Romaneira30,00 €17,5
Kopke Reserva2007TintoTouriga Nacional, Tinta RorizDouro DOCSogevinus Fine Wines12,50 €16
Barbeito ReservaMadeira 5 AnosBoalMadeira DOPVinhos Barbeito25,00 €15